Sto. Efrém,
diácono e Doutor da Igreja
ORAÇÃO PREPARATÓRIA
Senhor Jesus Cristo,
unindo-me à divina intenção com que na terra pelo vosso Coração Sacratíssimo
rendestes louvores a Deus e ainda agora os rendeis de contínuo e em todo o
mundo no Santíssimo Sacramento da Eucaristia até a consumação dos séculos, eu
vos ofereço por este dia inteiro, sem exceção de um instante, à imitação do
Sagrado Coração da Bem-aventurada Maria sempre Virgem Imaculada, todas as
minhas intenções e pensamentos, todos os meus afetos e desejos, todas as minhas
obras e palavras. Amém.
LECTIO
DIVINA
1ª
Leitura (1Re 17,1-6):
Naqueles dias, Elias, o tesbita, de Tisbé de Galaad, disse ao rei Acab: «Tão
certo como estar vivo o Senhor, Deus de Israel, a quem eu sirvo, não cairá
nestes anos nem orvalho nem chuva, senão quando eu disser». Então o Senhor
dirigiu a palavra a Elias, dizendo: «Sai daqui, vai para o Oriente e refugia-te
junto à torrente de Carit, em frente do Jordão. Beberás da torrente e Eu
ordenei aos corvos que te levem alimento». Elias fez como o Senhor lhe tinha
dito: partiu e foi viver junto à torrente de Carit, em frente do Jordão. Os
corvos traziam-lhe pão e carne de manhã, pão e carne à tarde, e ele bebia da
torrente.
Salmo
Responsorial: 120
R. O nosso auxílio
vem do Senhor, que fez o céu e a terra.
Levanto os meus olhos
para os montes: donde me virá o auxílio? O meu auxílio vem do Senhor, que fez o
céu e a terra.
Não permitirá que
vacilem os teus passos, não dormirá Aquele que te guarda. Não há-de dormir nem
adormecer Aquele que guarda Israel.
O Senhor é quem te
guarda, o Senhor está a teu lado, Ele é o teu abrigo. O sol não te fará mal
durante o dia, nem a lua durante a noite.
O Senhor te defende de
todo o mal, o Senhor vela pela tua vida. Ele te protege quando vais e quando
vens, agora e para sempre.
Aleluia. Exultai e
alegrai-vos, porque é grande nos Céus a vossa recompensa. Aleluia.
Evangelho
(Mt 5,1-12): Vendo
as multidões, Jesus subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se,
e ele começou a ensinar: «Felizes os pobres no espírito, porque deles é o Reino
dos Céus. Felizes os que choram, porque serão consolados. Felizes os mansos,
porque receberão a terra em herança. Felizes os que têm fome e sede da justiça,
porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque alcançarão
misericórdia. Felizes os puros de coração, porque verão a Deus. Felizes os que
promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Felizes os que são
perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Felizes sois
vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra
vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque é grande a vossa recompensa
nos céus. Pois foi deste modo que perseguiram os profetas que vieram antes de
vós».
«Felizes os pobres no
espírito»
Rev. D. Àngel CALDAS i
Bosch (Salt, Girona, Espanha)
Hoje, com a proclamação
das Bem-aventuranças, Jesus nos faz notar que frequentemente somos uns
desmemoriados e que atuamos como crianças, pois as brincadeiras fazem esquecer
certas obrigações. Jesus temia que a grande quantidade de “boas notícias” que
nos tem dado —quer dizer, de palavras, gestos e silêncios— se diluísse em
nossos pecados e preocupações. Lembra, na parábola do Semeador, a imagem do
grão de trigo sufocado nos espinhos? Por isso São Mateus introduz as Bem-
aventuranças como princípios fundamentais, para que não as esqueçamos nunca. É
um resumo da Nova Lei apresentada por Jesus, como uns pontos básicos que nos
ajudam a viver de maneira cristã.
As bem-aventuranças
estão destinadas a todo o mundo. O Mestre não só ensina aos discípulos que o
rodeiam, nem exclui a nenhum tipo de pessoa, ele apresenta uma mensagem
universal. Agora bem, destaca as disposições que devemos ter e a conduta moral
que nos pede. Embora a salvação definitiva não aconteça neste mundo, e sim no
outro, enquanto vivemos na terra devemos mudar nossa mentalidade e transformar
nossa maneira de valorizar as coisas. Devemos acostumar-nos a ver o rosto de
Cristo que chora nas pessoas que choram, nas que querem viver sem a palavra e,
nos mansos de coração, nos que fomentam as ânsias de santidade, nos que tomaram
uma “determinada determinação”, como dizia Santa Teresa de Jesus, para ser
semeador da paz e alegria.
As bem-aventuranças são
o perfume do Senhor participando na história humana. Também na sua e na minha.
Os dois últimos versículos incorporam a presença da Cruz, pois convidam à
alegria quando as coisas ficam difíceis humanamente falando por causa de Jesus
e do Evangelho. E é que, enquanto a coerência da vida cristã seja firme, então,
facilmente virá a persecução de mil maneiras diferentes, entre as dificuldades
e contrariedades inesperadas. O texto de São Mateus é claro: então «Alegrai-vos
e exultai, porque é grande a vossa recompensa nos céus. Pois foi deste modo que
perseguiram os profetas que vieram antes de vós» (Mt 5,12).
Pensamentos para o
Evangelho de hoje
«Vêm Deus aqueles que
são capazes de O olhar, porque têm abertos os olhos do espírito. Toda a gente
tem olhos, mas alguns têm-nos escurecidos e não veem a luz do sol» (Santo
Teófilo de Antioquia)
«Cada uma das
Bem-aventuranças provém do olhar de Jesus dirigido aos seus discípulos.
Descrevem a sua situação factual: são pobres, têm fome, choram, são odiados e
perseguidos... Apesar da situação concreta de ameaça, ela torna-se uma promessa
quando vista à luz providencial que vem do Pai» (Bento XVI)
«As bem-aventuranças
retratam o rosto de Jesus Cristo e descrevem-nos a sua caridade: exprimem a
vocação dos fiéis associados à glória da sua paixão e ressurreição; definem os atos
e atitudes características da vida cristã; são as promessas paradoxais que
sustentam a esperança no meio das tribulações; anunciam aos discípulos as
bênçãos e recompensas já obscuramente adquiridas; já estão inauguradas na vida
da Virgem Maria e de todos os santos» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1.717)
Reflexões de Frei
Carlos Mesters, O.Carm.
* A partir de
hoje, início da 10ª Semana Comum, até o fim da 21ª Semana Comum, os evangelhos
diários serão tomados do evangelho de Mateus. Depois até o fim do ano litúrgico em novembro, serão do
evangelho de Lucas.
* No Evangelho
de Mateus, escrito para as comunidades de judeus convertidos da Galileia e
Síria, Jesus é
apresentado como o novo Moisés, o novo legislador. No AT a Lei de Moisés foi
codificada em cinco livros: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.
Imitando o modelo antigo, Mateus apresenta a Nova Lei em cinco grandes Sermões
espalhados pelo evangelho: 1) O Sermão da Montanha (Mt 5,1 a
7,29); 2) O Sermão da Missão (Mt 10,1-42); 3) O
Sermão das Parábolas (Mt 13,1-52); 4) O Sermão da Comunidade
(Mt 18,1-35); 5) O Sermão do Futuro do Reino (Mt 24,1 a 25,46).
As partes narrativas, intercaladas entre os cinco Sermões, descrevem a prática
de Jesus e mostram como ele observava a nova Lei e a encarnava em sua vida.
* Mateus 5,1-2: O
solene anúncio da Nova Lei. De
acordo com o contexto do evangelho de Mateus, no momento em que Jesus
pronunciou o Sermão da Montanha, havia apenas quatro discípulos com ele (cf. Mt
4,18-22). Pouca gente. Mas uma multidão imensa estava à sua procura (Mt 4,25).
No AT, Moisés subiu o Monte Sinai para receber a Lei de Deus. Como Moisés,
Jesus sobe a Montanha e, olhando o povo, proclama a Nova Lei. É significativa a
maneira solene como Mateus introduz a proclamação da Nova Lei: “Vendo
Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos
aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los: 'Bem-aventurados os pobres
em espírito, porque deles é o Reino dos Céus” As oito Bem-Aventuranças
formam a solene abertura do "Sermão da Montanha". Nelas Jesus
define quem pode ser considerado feliz, quem pode entrar no Reino. São oito
categorias de pessoas, oito portas de entrada para o Reino, para a Comunidade.
Não há outras entradas! Quem quiser entrar no Reino terá que identificar-se ao
menos com uma destas oito categorias.
* Mateus 5,3: Felizes
os pobres em espírito. Jesus
reconhece a riqueza e o valor dos pobres (Mt 11,25-26). Define sua própria
missão como “anunciar a Boa Nova aos pobres” (Lc 4,18). Ele mesmo, vive como
pobre. Não possui nada para si, nem mesmo uma pedra para reclinar a cabeça (Mt
8,20). E a quem quer segui-lo ele manda escolher: ou Deus, ou o dinheiro! (Mt
6,24). No evangelho de Lucas se diz: “Felizes vocês pobres!” (Lc 6,20). Então,
quem é o “pobre em espírito”? É o pobre que tem o mesmo espírito que
animou Jesus. Não é o rico. Nem é o pobre com cabeça de rico. Mas é o pobre
que, como Jesus, acredita nos pobres e reconhece o valor deles. É o pobre que
diz: “Eu acredito que o mundo será melhor quando o menor que padece acreditar
no menor”.
|
1. Felizes os
pobres em espírito
|
1 deles é o
Reino dos Céus
|
|
2. Felizes os
mansos
|
2 herdarão
a terra
|
|
3. Felizes os
aflitos
|
3 serão
consolados
|
|
4. Felizes os
que têm fome e sede de justiça
|
4 serão
saciados
|
|
5. Felizes os misericordiosos
|
5 obterão
misericórdia
|
|
6. Felizes os
de coração puro
|
6 verão a
Deus
|
|
7. Felizes os
promotores da paz
|
7 serão
filhos de Deus
|
|
8. Felizes os
perseguidos por causa da justiça
|
8 deles é o
Reino dos Céus
|
* Mateus
5,4-9: O novo projeto de vida. Cada
vez que na Bíblia se tenta renovar a Aliança, se recomeça restabelecendo o
direito dos pobres e dos excluídos. Sem isto, a Aliança não se refaz! Assim
faziam os profetas, assim faz Jesus. Nas bem-aventuranças, ele anuncia o novo
Projeto de Deus que acolhe os pobres e os excluídos. Ele denuncia o sistema que
exclui os pobres e persegue os que lutam pela justiça. A primeira
categoria dos “pobres em espírito” e a última categoria dos “perseguidos
por causa da justiça” recebem a mesma promessa do Reino dos Céus. E a
recebem desde agora, no presente, pois Jesus diz “deles é o Reino!” O
Reino já está presente na vida deles. Entre a primeira e a última categoria, há
três duplas ou seis outras categorias de pessoas que recebem a promessa do
Reino. Nestas três duplas transparece o novo projeto de vida que quer
reconstruir a vida na sua totalidade através de um novo tipo de
relacionamento: com os bens materiais (1ª dupla); com as pessoas
entre si (2ª dupla); com Deus (3ª dupla). A comunidade
cristã deve ser uma amostra deste Reino, um lugar onde o Reino começa a tomar
forma desde agora.
* As três
duplas:
Primeira
dupla: os
mansos e os aflitos: Os mansos são
os pobres de que fala o salmo 37. Eles foram privados de suas terras e vão
herdá-las de novo (Sl 37,11; cf Sl 37.22.29.34). Os aflitos são os
que choram diante da injustiça no mundo e no povo (cf. Sl 119,136; Ez 9,4; Tob
13,16; 2Pd 2,7). Estas duas bem-aventuranças querem reconstruir o
relacionamento com os bens materiais: a posse da terra e o mundo reconciliado.
Segunda
dupla: os que
tem fome e sede de justiça e os misericordiosos: Os que tem fome e sede de
justiça são os que desejam renovar a convivência humana, para que ela
esteja novamente de acordo com as exigências da justiça. Os misericordiosos são
os que tem o coração na miséria dos outros porque querem eliminar as
desigualdades entre os irmãos e irmãs. Estas duas bem-aventuranças querem
reconstruir o relacionamento entre as pessoas através da prática da justiça e
da solidariedade.
Terceira
dupla: os
puros de coração e os pacíficos: Os puros de coração são os
que tem um olhar contemplativo que lhes permite perceber a presença de Deus em
tudo. Os que promovem a paz serão chamados filhos de Deus, porque
eles se esforçam para que a nova experiência de Deus possa penetrar tudo e
realize a integração de tudo (Shalom). Estas duas bem-aventuranças querem
reconstruir o relacionamento com Deus: ver a presença atuante de Deus em tudo e
ser chamado filho e filha de Deus.
* Mateus 5,10-12: Os
perseguidos por causa da justiça e do evangelho. As bem-aventuranças dizem exatamente
o contrário do que diz a sociedade em que vivemos. Nesta, o perseguido pela
causa da justiça é visto como um infeliz. O pobre é um infeliz. Feliz é quem
tem dinheiro e pode ir ao supermercado e gastar à vontade. Feliz é quem tem
fama e poder. Os infelizes são os pobres, os que choram! Na televisão, as
novelas divulgam este mito da pessoa feliz e realizada. E sem nos se dar conta,
as novelas acabam se tornando o padrão de vida para muitos de nós. Será que na
nossa sociedade ainda há lugar para estas palavras de Jesus: “Felizes os
perseguidos por causa da justiça e do evangelho! Felizes os pobres! Felizes os
que choram!”? E para mim, que sou cristão ou cristã, quem é feliz de fato?
Para um confronto
pessoal
1) Todos queremos ser felizes. Todos e
todas! Mas somos realmente felizes? Por que sim? Por que não? Como entender que
uma pessoa possa ser pobre e feliz ao mesmo tempo?
2) Quais os momentos em sua vida em que
você se sentiu realmente feliz. Era uma felicidade como aquela que foi
proclamada por Jesus nas bem-aventuranças, ou era de outro tipo?
LADAINHA DO SAGRADO CORAÇÃO
Senhor, tende piedade de
nós.
Jesus Cristo, tende
piedade de nós.
Senhor, tende piedade de
nós.
Jesus Cristo,
ouvi-nos.
Jesus Cristo,
atendei-nos.
Deus Pai dos Céu, tende
piedade de nós.
Deus Filho, Redentor
do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo,
tende piedade de nós.
Santíssima Trindade,
que sois um só Deus, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, Filho
do Pai Eterno, tende piedade de nós.
Coração de Jesus,
formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Mãe, ...
Coração de Jesus, unido
substancialmente ao Verbo de Deus, ...
Coração de Jesus,
de majestade infinita, ...
Coração de Jesus, templo
santo de Deus, ...
Coração de Jesus,
tabernáculo do Altíssimo,...
Coração de Jesus, casa
de Deus e porta do céu, ...
Coração de Jesus,
fornalha ardente de caridade, ...
Coração de Jesus,
receptáculo de justiça e amor, ...
Coração de Jesus,
abismo de todas as virtudes, ...
Coração de Jesus,
digníssimo de todo o louvor, ...
Coração de Jesus,
rei e centro de todos os corações, ...
Coração de Jesus, no
qual estão todos os tesouros da sabedoria e ciência, ...
Coração de Jesus,
no qual habita toda a plenitude da divindade, ...
Coração de Jesus, no
qual o Pai celeste põe as suas complacências, ...
Coração de Jesus,
de cuja plenitude nós todos participamos, ...
Coração de Jesus, desejo
das colinas eternas,...
Coração de Jesus,
paciente e misericordioso, ...
Coração de Jesus, rico
para todos os que vos invocam,...
Coração de Jesus,
fonte de vida e santidade, ...
Coração de Jesus,
propiciação para os nossos pecados, ...
Coração de Jesus,
saturado de opróbios, ...
Coração de Jesus,
atribulado por causa de nossos crimes,...
Coração de Jesus,
feito obediente até a morte, ...
Coração de Jesus,
atravessado pela lança,...
Coração de Jesus,
fonte de toda a consolação,...
Coração de Jesus, nossa
vida e ressurreição, ...
Coração de Jesus,
nossa paz e reconciliação, ...
Coração de Jesus, vítima
dos pecadores, ...
Coração de Jesus,
salvação dos que em vós esperam, ...
Coração de Jesus,
esperança dos que em vós expiram, ...
Coração de Jesus,
delícia de todos os Santos,...
Cordeiro de Deus, que
tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que
tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus, que
tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
V. — Jesus, manso e
humilde de coração,
R. — Fazei o nosso
coração semelhante ao vosso.
ORAÇÃO
Onipotente e eterno
Deus, olhai para o Coração de vosso diletíssimo Filho e para os louvores e
satisfações que ele vos tributa em nome dos pecadores, e àqueles que invocam
vossa misericórdia, concedei benigno o perdão, em nome do mesmo Jesus Cristo,
vosso Filho, que convosco vive e reina juntamente com o Espírito Santo por
todos os séculos dos séculos. Amém.
CONSAGRAÇÃO AO CORAÇÃO DE JESUS (composta por Sta. Margarida Maria)
Eu...(Nome), dou e
consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo a minha pessoa e minha
vida, minhas ações, penas e dores, não querendo servir-me de parte alguma de
meu ser, senão para o honrar, amar e glorificar É esta a minha vontade irrevogável
- pertencer-lhe e fazer tudo por seu amor, renunciando completamente ao que não
for do seu agrado.
Eu vos tomo, pois, ó
Sagrado Coração, por único objeto de meu amor, protetor de minha vida,
segurança da minha salvação, remédio da minha fragilidade e inconstância,
reparador de todos os meus defeitos e asilo seguro na hora da morte.
Sede, ó Coração de
bondade, minha justificação para com Deus, vosso Pai, e afastai de mim os
castigos de sua cólera. Ó Coração de amor, ponho em vós toda a minha confiança,
pois tudo receio de minha fraqueza e malícia, mas tudo espero da vossa bondade.
Destruí em mim tudo o que vos possa desagradar ou resistir. Que o vosso puro
amor se grave tão profundamente no meu coração, que eu não possa jamais me
esquecer nem me separar de Vós.
Suplico-vos, também, por
vossa suma bondade, que o meu nome seja escrito em vós, pois quero fazer
consistir toda a minha felicidade e minha glória em viver e morrer convosco, na
qualidade de vossa (o) escrava (o). Assim seja.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
DEIXE AQUI SEU SUA SUGESTÃO