sexta-feira, 26 de junho de 2026

Santo Irineu, bispo
 
ORAÇÃO PREPARATÓRIA
Senhor Jesus Cristo, unindo-me à divina intenção com que na terra pelo vosso Coração Sacratíssimo rendestes louvores a Deus e ainda agora os rendeis de contínuo e em todo o mundo no Santíssimo Sacramento da Eucaristia até a consumação dos séculos, eu vos ofereço por este dia inteiro, sem exceção de um instante, à imitação do Sagrado Coração da Bem-aventurada Maria sempre Virgem Imaculada, todas as minhas intenções e pensamentos, todos os meus afetos e desejos, todas as minhas obras e palavras. Amém.
 
LECTIO DIVINA
 
1ª Leitura (2Re 4,8-11.14-16a): Certo dia, o profeta Eliseu passou por Sunam. Vivia lá uma distinta senhora, que o convidou com insistência a comer em sua casa. A partir de então, sempre que por ali passava, era em sua casa que ia tomar a refeição. A senhora disse ao marido: «Estou convencida de que este homem, que passa frequentemente pela nossa casa, é um santo homem de Deus. Mandemos-lhe fazer no terraço um pequeno quarto com paredes de tijolo, com uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lâmpada. Quando ele vier a nossa casa, poderá lá ficar». Um dia, chegou Eliseu e recolheu-se ao quarto para descansar. Depois perguntou ao seu servo Giezi: «Que podemos fazer por esta senhora?». Giezi respondeu: «Na verdade, ela não tem filhos e o seu marido é de idade avançada». «Chama-a» – disse Eliseu. O servo foi chamá-la e ela apareceu à porta. Disse-lhe o profeta: «No próximo ano, por esta época, terás um filho nos braços».
 
Salmo Responsorial: 88
R. Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor.
 
Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor e para sempre proclamarei a sua fidelidade. Vós dissestes: «A bondade está estabelecida para sempre», no céu permanece firme a vossa fidelidade.
 
Feliz do povo que sabe aclamar-Vos e caminha, Senhor, à luz do vosso rosto. Todos os dias aclama o vosso nome e se gloria com a vossa justiça.
 
Vós sois a sua força, com o vosso favor se exalta a nossa valentia. Do Senhor é o nosso escudo e do Santo de Israel o nosso rei.
 
2ª Leitura (Rom 6,3-4.8-11): Irmãos: Todos nós que fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte. Fomos sepultados com Ele pelo Baptismo na sua morte, para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. Se morremos com Cristo, acreditamos que também com Ele viveremos; sabendo que, uma vez ressuscitado dos mortos, Cristo já não pode morrer; a morte já não tem domínio sobre Ele. Porque na morte que sofreu, Cristo morreu para o pecado de uma vez para sempre; mas a sua vida, é uma vida para Deus. Assim, vós também, considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus, em Cristo Jesus.
 
Aleluia. Vós sois geração eleita, sacerdócio real, nação santa, para anunciar os louvores de Deus, que vos chamou das trevas à sua luz admirável. Aleluia.
 
Evangelho (Mt 10,37-42): Naquele tempo, Jesus disse aos seus Apóstolos: «Quem ama pai ou mãe mais do que a mim, não é digno de mim. E quem ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem buscar sua vida a perderá, e quem perder sua vida por causa de mim a encontrará. Quem vos recebe, é a mim que está recebendo; e quem me recebe, está recebendo aquele que me enviou. Quem receber um profeta por ele ser profeta, terá uma recompensa de profeta. Quem receber um justo por ele ser justo, terá uma recompensa de justo. E quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a um desses pequenos, por ser meu discípulo, em verdade vos digo: não ficará sem receber sua recompense».
 
«Quem ama pai ou mãe mais do que a mim, não é digno de mim»
 
P. Benedito CAPITANGO (Luanda, Angola)
 
Hoje, o Evangelho coloca-nos diante de uma verdade decisiva: Cristo não quer ocupar apenas um lugar na nossa vida; quer ser o centro da nossa vida. Por isso diz: «Quem ama pai ou mãe mais do que a mim, não é digno de mim» (Mt 10,37). Jesus não veio para ser mais um interesse entre muitos outros, nem uma referência ocasional em determinados momentos da existência.
 
Da mesma forma, não aceita ser um simples complemento da nossa vida, porque Ele é o seu fundamento, o seu sentido e o seu destino. Assim, o verdadeiro discípulo não organiza Cristo em função da sua vida; organiza a sua vida em função de Cristo. E, noutro lugar, acrescenta: «Que adianta a alguém ganhar o mundo inteiro, se perde a própria vida?» (Mt 16,26).
 
A cruz que cada discípulo deve tomar (cf. Mt 10,38) representa o próprio caminho de Cristo. Tomar a cruz não significa procurar o sofrimento, mas permanecer fiel ao Senhor quando viver o Evangelho tem um preço. Quem segue Cristo já caminha pela estrada que conduz à Ressurreição. Com isto, Jesus ensina-nos que o amor autêntico tem uma ordem justa: não se trata de amar menos a família, mas de amar todos a partir de Deus e em Deus. Dizia Santo Agostinho de Hipona: «Ama e faz o que quiseres». Quando Deus ocupa o primeiro lugar, tudo o resto encontra a sua justa medida. Além disso, Cristo não nos manda abandonar os nossos, mas preferir a verdade de Deus quando os afetos humanos pretendem afastar-nos dela.
 
O Senhor conclui com uma promessa: «Quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a um desses pequenos, não ficará sem receber sua recompense» (Mt 10,42). Nada do que fazemos por Cristo ficará esquecido. No juízo final, não contará quem acumulou mais bens, mas quem mais amou. Por isso ressoa com força o ensinamento do Papa Leão XIV no início do seu pontificado: «Esta é a hora do amor! A caridade de Deus, que faz de nós irmãos, é o coração do Evangelho». Que o Senhor nos conceda um coração livre para O amar acima de todas as coisas. Ámém.
 
«Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem vos recebe, é a mim que está recebendo»
 
P. Antoni POU OSB Monje de Montserrat (Montserrat, Barcelona, Espanha)
 
Hoje, ao escutar da boca de Jesus: « Quem ama pai ou mãe mais do que a mim, não é digno de mim. E quem ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim. » (Mt 10,37) ficamos desconcertados. Agora bem, ao aprofundar um pouco mais, notamos a lição que o Senhor quer transmitir-nos: para o cristianismo, o único absoluto é Deus e seu Reino. Cada qual deve descobrir sua vocação —possivelmente esta é a tarefa mais delicada de todas— e segui-la fielmente. Se um cristão ou cristã têm vocação matrimonial, devem levar a cabo sua vocação consiste em amar a sua família tal como Cristo ama a Igreja.
 
A vocação à vida religiosa ou ao sacerdócio pede não antepor os vínculos familiares aos da fé, se com isto não faltamos aos requisitos básicos da caridade cristã. Os vínculos familiares não podem escravizar e afogar a vocação à que somos chamados. Detrás da palavra “amor” pode esconder-se um desejo possessivo do outro que lhe tira a liberdade para desenvolver sua vida humana e cristã; ou o medo a sair do ninho familiar e enfrentar-se às exigências da vida e da chamada de Jesus a segui-lo. É esta deformação do amor a que Jesus nos pede transformar em um amor gratuito e generoso, porque, como disse santo Agustín: «Cristo veio a transformar o amor».
 
O amor e a acolhida sempre será o núcleo da vida cristã, para todos e, sobretudo, aos membros de nossa família, porque habitualmente são os mais próximos e constituem também o “próximo” que Jesus nos pede amar. Na acolhida aos demais está sempre à acolhida a Cristo: «Quem vos recebe, também a mim me recebe» (Mt 11,40). Devemos ver, pois, a Cristo naqueles a quem servimos, e reconhecer igualmente a Cristo servidor em quem nos servem.
 
Pensamentos para o Evangelho de hoje
«Através de dores e feridas e favores, Deus forma os seus filhos para a vida eterna» (S. Gregório Magno)
 
«Hoje, muitas vezes, experimentamos que a nossa fé é posta à prova pelo mundo, sendo-nos pedido de muitíssimas maneiras para condescender no referente à fé, diluir as exigências radicais do Evangelho e conformar-nos com o espírito do tempo. Mas os mártires chamam-nos a colocar Cristo acima de tudo» (Francisco)
 
«(...) Hão de convencer-se de que a primeira vocação do cristão é seguir Jesus (cf. Mt 16,25) (...)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 2.232)
 
“Quem encontra a sua vida, há de perdê-la, e quem perde a sua vida por causa de mim, há de encontrá-la.”
 
Fr. Pedro Bravo, O.Carm.
 
*
O texto de hoje é a conclusão do “discurso da missão”, o segundo dos cinco discursos de Jesus em Mateus, onde o evangelista recolhe diversos ensinamentos de Jesus sobre a missão e o discipulado.
 
* Na época em que Mateus escreve (c. 70-80 d.C.), a Igreja continuava a expandir-se em todo o Império romano, mas este já estava a reagir com crescente hostilidade, aumentando as perseguições aos cristãos, sendo então frequentes as denúncias de cristãos por parte de conhecidos ou de parentes próximos, quer judeus, quer gentios. Perante isto, muitos cristãos ficavam perplexos e desorientados, perguntando-se se valeria a pena “remar contra a maré”, mantendo a fé e dando testemunho de Jesus com risco da própria vida. Mateus reúne então estes ensinamentos de Jesus a fim de reanimar a fé dos cristãos e revitalizar a opção missionária da Igreja. A missão dos discípulos é anunciar o Evangelho (28,20-22), percorrendo o mesmo caminho de Jesus. O evangelista apresenta então um conjunto de valores e de atitudes destinadas a orientar os cristãos no seu relacionamento com as pessoas com quem entram em contacto ou a quem se dirigem.
 
O presente texto tem duas partes: na primeira (vv. 37-39), Jesus apresenta um conjunto de exigências radicais para quem o quiser seguir; na segunda (vv. 40-42), mostra que toda a comunidade o deve testemunhar e diz qual será a recompensa dos que receberem os seus discípulos.
 
* v. 37. «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim, não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno de mim. As palavras de Jesus são exigentes, mas também libertadoras. Jesus começa por afirmar que o seu seguimento impõe prioridades e exige opções. Na época, a família era a estrutura social fundamental: era considerada um só corpo, que amparava e dava sentido à vida dos seus membros, garantindo a sua segurança, trabalho, inserção social e, no caso de Israel, a posse das bênçãos divinas. No judaísmo, o primeiro dever sagrado para com o próximo era o 4º mandamento (Ex 20,12; Dt 5,16), honrar os pais (15,4; 19,19). Por essa razão os rabinos prescreviam aos seus discípulos o dever de lhes obedecer como a um pai.
 
* Jesus fala aqui do amor pessoal, preferencial, a alguém (gr. philein, “ser amigo”), exigindo aos seus discípulos ser Ele o primeiro, a fonte primordial, o eixo central, a opção fundamental da sua vida. Esta é uma exigência que só Deus podia fazer (cf. Gn  12,1; 22,2). Por isso, se a alternativa for – além do cumprimento do próprio dever – a de escolher entre Ele e a família, a escolha do discípulo deve recair sempre sobre Jesus. O discípulo tem então que cortar as relações com a sua família para seguir Jesus? Não. No entanto, não pode deixar que esta, as tradições humanas ou outros afetos o impeçam de responder aos apelos do Reino. Jesus não admite “meias-tintas”: o primeiro amor, a primeira lealdade dum discípulo seu não é com os próprios afetos e amizades, mas com Ele, Jesus, por amor, subordinando todos os outros afetos ao amor a Ele, sendo assim o discípulo libertado para amar mais (19,29; cf. Dt 33,9).
 
* v. 38. E quem não toma a sua cruz e segue após mim, não é digno de mim. Jesus é claro, não engana ninguém: ser seu discípulo não é fácil; implica “tomar a sua cruz”, ou seja, saber que pode e aceitar que seja rejeitado e excluído, que passe dificuldades, tenha doenças ou sofra contrariedades, seja alvo de críticas, sofra perseguições (Hb 10,32ss). Mas Jesus promete que ninguém levará a sua cruz sozinho, pois Ele irá à sua frente, devendo o discípulo “seguir após” Ele, imitando-o, estando atento à sua voz e obedecendo à sua Palavra (cf. Sr 2,1-9).
 
* v. 39. Quem encontra a sua vida, há de perdê-la, e quem perde a sua vida por causa de mim, há de encontrá-la. Quem se decide por Jesus para assegurar a sua “vida” (gr. psyché, “alma”), ou seja, a sua própria vontade, segurança e realização pessoais; ou para resolver a sua vida afetiva, familiar, profissional, preservando a todo o custo a sua forma de vida e projetos pessoais, o que alcançou ou aquilo de que gosta, acabará por o perder; mas quem estiver disposto a tudo perder por causa de Jesus, mesmo a própria vida, encontrará a verdadeira vida, a eterna (19,16.29; 25,26), e entrará na posse dela.
 
* Na segunda parte (vv. 40-42), Jesus indica que recompensa é prometida aos que acolhem os mensageiros do Evangelho. São referidos os quatro grupos de pessoas que integravam a comunidade cristã e nela tinham a responsabilidade do testemunho: os apóstolos (v. 40); os profetas; os justos (v. 41); e os pequenos (v. 42).
 
* v. 40. Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe Aquele que me enviou. Os apóstolos são as primeiras testemunhas de Jesus, que levam o Evangelho a toda a parte. Na cultura antiga e também na judaica, bem como nas missões diplomáticas, acolher ou rejeitar um enviado, equivalia a acolher ou rejeitar quem o tinha enviado (mBer 5,5; bBer 34b). Quem acolhe os enviados de Jesus é o próprio Jesus que acolhe (18,5p; Lc 10,16; Gl 4,14; cf. Jr 7,27); e quem acolhe Jesus e a sua palavra, aderindo a ela pela fé, acolhe a Deus (Jo 12,44; 13,20), de cuja vida Jesus o torna participante, mediante o batismo, pelo dom do Espírito Santo.
 
* v. 41. Quem recebe um profeta por ele ser profeta, terá uma recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo, terá uma recompensa de justo.
 
Os profetas (itinerantes ou não: 5,12; 7,22; 13,17; 23,34.37; At 11,27; 13,1; 15,32; 21,10; 1Co 12,28s; 14,29.37; Ef 2,20; 3,5; 4,11; Did. 11-13) são os portadores da Palavra de Deus que, movidos pelo Espírito Santo, interpelam as pessoas e as comunidades, ajudando-as a viver de acordo com o Evangelho, segundo a vontade de Deus, atentos aos sinais dos tempos.
 
Os justos (1,19; 13,17.43.49; 23,35; 25,37.46) são os que procuram viver, no seu dia a dia, a fé na prática da caridade.
 
Quem acolhe qualquer um destes enviados, escuta a sua palavra e o ajuda, coopera no anúncio do Evangelho (3Jo 8), tornando-se participante da sua recompensa (cf. 1Rs 17,9-24; 18,4; 2Rs 4,9-37).
 
* v. 42. E aquele que der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequenos por ele ser discípulo, amém vos digo: não perderá a sua recompensa». Os pequenos (gr. micrós, Mt, 8x: 11,11; 13,32; 18,6.10.14) são os pobres, os fracos e os simples na fé, que não gozam de direitos; os que ainda não fazem parte da comunidade cristã, por se estarem a preparar para o batismo; os estrangeiros, os necessitados, os socialmente desprotegidos (escravos, órfãos, viúvas, prisioneiros, doentes); as crianças e os que não têm grande formação cristã: quem estiver atento a eles, os acolher e tratar com amor por causa de Cristo, ajudando-os, mesmo com o gesto mais simples de todos – “dar um copo de água fresca” –, não ficará sem recompensa (cf. 25,35.40; Mc 9,41).
 
* Em suma: a tarefa de testemunhar o Evangelho, por palavras e, sobretudo, por obras, diz respeito a todos e a cada um dos cristãos, chamados a ser “discípulos missionários”, pondo-se ao serviço do Reino e dos irmãos. Todas as pessoas devem ser acolhidas com fé, alegria, generosidade e amor, não só pelos de fora, mas também pelos da própria comunidade.
 
MEDITAÇÃO
1. Os meus laços afetivos afastam-me do amor de Cristo e dos valores do Evangelho?
2. O que é mais importante para mim: Jesus ou as pessoas? Já me aconteceu renunciar aos valores do Evangelho por causa de alguém ou a alguém por causa dos valores do Evangelho?
 
LADAINHA DO SAGRADO CORAÇÃO
 

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
 
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
 
Deus Pai dos Céu, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.
 
Coração de Jesus, Filho do Pai Eterno, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Mãe, ...
Coração de Jesus, unido substancialmente ao Verbo de Deus, ...
Coração de Jesus, de majestade infinita, ...
Coração de Jesus, templo santo de Deus, ...
Coração de Jesus, tabernáculo do Altíssimo,...
Coração de Jesus, casa de Deus e porta do céu, ...
Coração de Jesus, fornalha ardente de caridade, ...
Coração de Jesus, receptáculo de justiça e amor, ...
Coração de Jesus, abismo de todas as virtudes, ...
Coração de Jesus, digníssimo de todo o louvor, ...
Coração de Jesus, rei e centro de todos os corações, ...
Coração de Jesus, no qual estão todos os tesouros da sabedoria e ciência, ...
Coração de Jesus, no qual habita toda a plenitude da divindade, ...
Coração de Jesus, no qual o Pai celeste põe as suas complacências, ...
Coração de Jesus, de cuja plenitude nós todos participamos, ...
Coração de Jesus, desejo das colinas eternas,...
Coração de Jesus, paciente e misericordioso, ...
Coração de Jesus, rico para todos os que vos invocam,...
Coração de Jesus, fonte de vida e santidade, ...
Coração de Jesus, propiciação para os nossos pecados, ...
Coração de Jesus, saturado de opróbios, ...
Coração de Jesus, atribulado por causa de nossos crimes,...
Coração de Jesus, feito obediente até a morte, ...
Coração de Jesus, atravessado pela lança,...
Coração de Jesus, fonte de toda a consolação,...
Coração de Jesus, nossa vida e ressurreição, ...
Coração de Jesus, nossa paz e reconciliação, ...
Coração de Jesus, vítima dos pecadores, ...
Coração de Jesus, salvação dos que em vós esperam, ...
Coração de Jesus, esperança dos que em vós expiram, ...
Coração de Jesus, delícia de todos os Santos,...
 
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
 
V. — Jesus, manso e humilde de coração,
R. — Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
 
ORAÇÃO
Onipotente e eterno Deus, olhai para o Coração de vosso diletíssimo Filho e para os louvores e satisfações que ele vos tributa em nome dos pecadores, e àqueles que invocam vossa misericórdia, concedei benigno o perdão, em nome do mesmo Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina juntamente com o Espírito Santo por todos os séculos dos séculos. Amém.
 
CONSAGRAÇÃO AO CORAÇÃO DE JESUS (composta por Sta. Margarida Maria)
Eu...(Nome), dou e consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo a minha pessoa e minha vida, minhas ações, penas e dores, não querendo servir-me de parte alguma de meu ser, senão para o honrar, amar e glorificar É esta a minha vontade irrevogável - pertencer-lhe e fazer tudo por seu amor, renunciando completamente ao que não for do seu agrado.
Eu vos tomo, pois, ó Sagrado Coração, por único objeto de meu amor, protetor de minha vida, segurança da minha salvação, remédio da minha fragilidade e inconstância, reparador de todos os meus defeitos e asilo seguro na hora da morte.
Sede, ó Coração de bondade, minha justificação para com Deus, vosso Pai, e afastai de mim os castigos de sua cólera. Ó Coração de amor, ponho em vós toda a minha confiança, pois tudo receio de minha fraqueza e malícia, mas tudo espero da vossa bondade. Destruí em mim tudo o que vos possa desagradar ou resistir. Que o vosso puro amor se grave tão profundamente no meu coração, que eu não possa jamais me esquecer nem me separar de Vós.
Suplico-vos, também, por vossa suma bondade, que o meu nome seja escrito em vós, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e minha glória em viver e morrer convosco, na qualidade de vossa (o) escrava (o). Assim seja.

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