NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO
São Rafael Arnaiz Barón,
religioso
1ª Leitura (At 2,14a.36-41): No
dia de Pentecostes, Pedro, de pé, com os onze Apóstolos, ergueu a voz e falou
ao povo: «Saiba com absoluta certeza toda a casa de Israel que Deus fez Senhor
e Messias esse Jesus que vós crucificastes». Ouvindo isto, sentiram todos o
coração trespassado e perguntaram a Pedro e aos outros Apóstolos: «Que havemos
de fazer, irmãos?». Pedro respondeu-lhes: «Convertei-vos e peça cada um de vós
o Baptismo em nome de Jesus Cristo, para vos serem perdoados os pecados.
Recebereis então o dom do Espírito Santo, porque a promessa desse dom é para
vós, para os vossos filhos e para quantos, de longe, ouvirem o apelo do Senhor
nosso Deus». E com muitas outras palavras os persuadia e exortava, dizendo:
«Salvai-vos desta geração perversa». Os que aceitaram as palavras de Pedro
receberam o Baptismo e naquele dia juntaram-se aos discípulos cerca de três mil
pessoas.
Salmo Responsorial: 22
R. O Senhor é meu pastor: nada me faltará.
O Senhor é meu pastor: nada me falta. Leva-me a descansar em
verdes prados, conduz-me às águas refrescantes e reconforta a minha alma.
Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome. Ainda
que tenha de andar por vales tenebrosos, não temerei nenhum mal, porque Vós
estais comigo: o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança.
Para mim preparais a mesa à vista dos meus adversários; com
óleo me perfumais a cabeça e o meu cálice transborda.
A bondade e a graça hão de acompanhar-me, todos os dias da
minha vida, e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.
2ª Leitura (1Pe 2,20-25): Caríssimos:
Se vós, fazendo o bem, suportais o sofrimento com paciência, isto é uma graça
aos olhos de Deus. Para isto é que fostes chamados, porque Cristo sofreu também
por vós, deixando-vos o exemplo, para que sigais os seus passos. Ele não
cometeu pecado algum e na sua boca não se encontrou mentira. Insultado, não
pagava com injúrias; maltratado, não respondia com ameaças; mas entregava-Se
Àquele que julga com justiça. Ele suportou os nossos pecados no seu Corpo,
sobre o madeiro da cruz, a fim de que, mortos para o pecado, vivamos para a
justiça: pelas suas chagas fomos curados. Vós éreis como ovelhas desgarradas,
mas agora voltastes para o pastor e guarda das vossas almas.
Aleluia. Eu sou o bom pastor, diz o Senhor: conheço as
minhas ovelhas e elas conhecem-Me. Aleluia.
Evangelho (Jo 10,1-10): «Em
verdade, em verdade, vos digo: quem não entra pela porta no redil onde estão as
ovelhas, mas sobe por outro lugar, esse é ladrão e assaltante. Quem entra pela
porta é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas escutam a
sua voz, ele chama cada uma pelo nome e as leva para fora. E depois de fazer
sair todas as que são suas, ele caminha à sua frente e as ovelhas o seguem,
porque conhecem a sua voz. A um estranho, porém, não seguem, mas fogem dele,
porque não conhecem a voz dos estranhos». Jesus contou-lhes esta parábola, mas
eles não entenderam o que ele queria dizer. Jesus disse então: «Em verdade, em
verdade, vos digo: eu sou a porta das ovelhas. Todos aqueles que vieram antes
de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. Eu sou a
porta. Quem entrar por mim será salvo; poderá entrar e sair, e encontrará
pastagem. O ladrão vem só para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham
vida, e a tenham em abundância».
«Eu sou a porta das ovelhas»
P. Pere SUÑER i Puig SJ (Barcelona, Espanha)
Hoje no Evangelho, Jesus utiliza duas imagens referentes a
si mesmo: Ele é o pastor. E Ele é a porta. Jesus é o bom pastor que conhece as
ovelhas. «Ele chama cada uma pelo nome» (Jo 10,3). Para Jesus, não somos um
número; tem um contacto pessoal com cada um de nós. O Evangelho não é só uma
doutrina: é a adesão pessoal de Jesus conosco.
E, não só nos conhece pessoalmente. Também pessoalmente
ama-nos. “Conhecer”, no Evangelho de são João, não significa simplesmente um
ato do entendimento, senão um ato de adesão à pessoa conhecida. Jesus leva-nos
a cada um no seu coração. Nós também lhe devemos conhecer assim. Conhecer Jesus
não implica só um ato de fé, senão também de caridade, de amor. «Examinai-vos
se conheceis —diz-nos são Gregório Magno, comentando este texto— se lhe
conheceis não pelo fato de crer, senão pelo amor». E o amor mostra-se com as
obras.
Jesus é também a porta. A única porta. «Quem entrar por mim
será salvo» (Jo 10,9). E mais adiante realça: «Ninguém vai ao Pai senão por
mim» (Jo 14,6). Hoje um ecumenismo mal entendido faz que alguns pensem que
Jesus é um de tantos salvadores: Jesus, Buda, Confúcio..., Maomé, que mais dá!
Não! Quem se salva se salvará por Jesus Cristo, ainda que nesta vida não o
saiba. Quem luta por fazer o bem, o saiba ou não, vai por Jesus. Nós, pelo dom
da fé, sim que o sabemos. Agradecemos-lhe. Esforcemo-nos por atravessar esta
porta, que se bem é estreita, Ele nos abrirá de par em par. E demos testemunho
de que toda a nossa esperança está posta Nele.
Pensamentos para o Evangelho de hoje
«Entra pela porta aquele que entra por Cristo, aquele que
imita a paixão de Cristo, aquele que conhece a humildade de Cristo, que sendo
Deus se fez homem por nós» (Santo Agostinho)
«Jesus Cristo promete conduzir as ovelhas aos “pastos”, às
fontes da vida. Mas qual é o alimento do homem? Ele vive da verdade e de ser
amado pela Verdade. Ele precisa de Deus, do Deus que se aproxima dele e lhe
mostra o caminho da vida» (Bento XVI)
«Assim a Igreja é o redil, cuja única e necessária porta é
Cristo (Jn 10,1-10). E também o rebanho, do qual o próprio Deus predisse que
seria o pastor (cf. Is 40,11) e cujas ovelhas, ainda que governadas por
pastores humanos, são contudo guiadas e alimentadas sem cessar pelo próprio
Cristo, bom Pastor e Príncipe dos pastores, o qual deu a vida pelas suas
ovelhas» (Catecismo da Igreja Católica, nº 754)
“Eu Sou a porta das ovelhas.”
Fr. Pedro Bravo, O.Carm.
* Com esta passagem, S. João passa do tema da luz (9,1-41) ao
tema da vida, dedicando o cap. 10 à figura de Jesus, o Bom Pastor. A figura do
pastor é muito comum na Bíblia. É a mais antiga profissão de Israel que, antes
de se fixar na terra prometida, viveu em tendas como nómada. É também símbolo
do chefe ideal (político ou religioso) do povo de Deus.
* v. 1. «Amén, Amén vos digo: aquele que não entra pela porta
no redil das ovelhas, mas sobe por outro lado, é ladrão e salteador. O texto de hoje, a parábola do Bom Pastor, divide-se em duas
partes: na primeira, Jesus apresenta a comparação (vv. 1-6); na segunda,
explica-a (7-10). Jesus começa por atestar o que vai dizer, repetindo duas
vezes no início de cada declaração a palavra “Amén” (he. “em verdade”): “Amén, Amén
vos digo”. É uma expressão típica de João (25x), tomada da fórmula com que se
concluíam as orações mais solenes (Sl 41,13; 72,19; 89,52; Ne 8,6; Tb 8,8).
Jesus sublinha assim a verdade das suas palavras, dignas de toda a fé, que
infalivelmente se cumprem (cf. Nm 5,22; Ne 5,13).
* Para compreender este texto há que ter presente que, na
época, quando os rebanhos eram grandes, tendo de viver a maior parte do ano nos
campos, os pastores juntavam os seus rebanhos à noite, revezando-se para os
guardar (cf. Lc 2,8). Para simplificar esta tarefa, construíam redis com cercas
altas, de pedra, onde era difícil penetrar, e aí guardavam os animais, ficando
cada noite um deles de vigia em frente da porta. De manhã, cada pastor vinha,
emitia o seu próprio assobio (Is 5,26; Zc 10,8), que as ovelhas dele conheciam,
elas vinham ter com ele e ele, chamando cada uma pelo nome, conduzia-as, uma
após outra, para fora.
* Nesta passagem, Jesus contrapõe dois tipos de pastores:
os falsos pastores, que só têm o nome, mas não o são (Ez 34,8ss; Zc 10,2s;
11,4s). Eles não entram pela porta, mas sobem por outro lado. Jesus não
poupa as palavras: estes são “ladrões” (cf. Judas: 12,6; BQ 6,1) e
“salteadores” (cf. Barrabás: 18,40) que enganam o povo, para o explorar (v. 8;
Is 56,11), levar à violência e escravizar, não buscando o bem das ovelhas, mas
apenas o seu próprio interesse.
* v. 2. Mas aquele que entra pela porta é pastor das
ovelhas. “O pastor das ovelhas” (vv. 11.14), ao invés, entra pela porta
(vv. 7.9). No AT, o único bom pastor é Deus (Ez 34,11.15), que prometeu vir Ele
mesmo apascentar o Seu Povo através do Messias (Ez 34,23-31; 37,24-28). Ao
declarar que é “o Bom Pastor”, o único que recebeu do Pai o mandato (v. 8) e as
ovelhas (v. 29; 17,6), Jesus indica veladamente que é o Messias.
* v. 3. A este o porteiro abre e as ovelhas escutam a sua
voz; chama pelo nome as ovelhas que lhe pertencem e condu-las para fora. A
este, o porteiro (o Pai) abre a porta, atraindo a Jesus os que O escutam e dele
aprendem (6,37.45s). Estes vêm ter com Jesus, têm-no como seu pastor e “escutam
a sua voz”, obedecendo à Sua Palavra (vv. 16.27; 18,37; 3,8; 5,25; Ap 3,20; cf.
Gn 3,8; 1Sm 15,22; 1Rs 19,13; Sl 95,7; Ct 8,13; Is 50,10). Como exerce o pastor
a sua missão? 1) Chamando as suas ovelhas “pelo nome” (Ex 33,17; Is 43,1). Ele
conhece-as (2Tm 2,19) e tem com cada uma relação pessoal de comunhão e amor. 2)
Depois fá-las “sair”, uma a uma (v. 9), em novo êxodo (Is 42,7; Br 6,2), como
Deus fez sair o seu povo do Egito (Ex 3,8.10ss; 6,6s; Ez 34,13), separando-as
do mundo (15,19; 17,14ss) e libertando-as do pecado e da morte.
* v. 4. Depois de ter feito sair todas as que lhe
pertencem, caminha à sua frente e as ovelhas seguem-no, porque conhecem a sua
voz. A seguir, condu-las para fora e caminha à sua frente (Nm 27,17; Sl
80,2), apontando-lhes, com a sua Palavra (17,17) e exemplo (13,15), o caminho
da vida que Ele é (14,6). “E elas seguem-no”. “Seguir” é a atitude do discípulo
que “conhece a voz” de Jesus, a Sua Palavra (18,21), O escuta (3,29) e a põe em
prática.
* v. 5. A um estranho nunca hão de seguir, mas fugirão
dele, porque não conhecem a voz dos estranhos» Aos estranhos, porém, elas
não seguirão (Mt 7,15; Ef 4,14; Cl 2,8; 2Tm 3,5; 1Jo 2,19; Ap 2,2), mas
“fugirão” deles (Jr 51,6; Sb 1,5; 1Cor 6,18; 10,14; 1Tm 6,11; 2Tm 2,22).
* v. 6. Jesus apresentou-lhes esta comparação, mas eles
não compreenderam o que lhes dizia. Como é habitual no Quarto Evangelho, o
que Jesus diz não é entendido pelos seus ouvintes. Aqui fala-lhes por meio duma
“comparação” (16,25.29; gr. paroimía, he. mashal, “provérbio”, “parábola”: Pv
1,1; Sr 39,3), mas eles não percebem (8,43; cf. Mc 4,13p; 7,18) o que ela
significa. Por isso, Jesus explica-a.
* v. 7. Jesus disse, então, de novo: «Amén, Amén vos
digo: Eu Sou a porta das ovelhas. Começa por dizer: “Eu Sou”. “Eu Sou” é
uma fórmula teofânica: é o nome divino revelado por Deus a Moisés (Ex 3,14; Jo,
23x: 8,24.58). Jesus é a revelação do verdadeiro nome de Deus, ou seja, do Pai
(1,18; 17,6.26). A expressão, articulada com uma ulterior explicitação, aponta
a missão de Jesus enquanto Verbo encarnado: “a porta das ovelhas”. A
imagem da “porta” evoca o sonho de Jacob (1,51): “Este é a casa de Deus, esta é
a porta dos céus” (Gn 28,17). Aqui “porta” (Pv 8,34) é uma sinédoque (figura em
que se diz a parte pelo todo) do “Reino” (Gn 24,60; Mt 16,18). Jesus é o
verdadeiro templo de Deus (2,21), “a (única) porta” (com artigo) pela qual se
entra na casa do Pai (14,2s), no Reino de Deus (3,3.5) que Ele mesmo é. Por
isso, antes de dizer que é “o bom Pastor”, começa por se apresentar como a
porta, pois para ter Jesus como Pastor é necessário primeiro entrar no redil (o
Reino) e pertencer ao seu rebanho (a Igreja).
* v. 8. Todos os que vieram antes de mim são ladrões e
salteadores, mas as ovelhas não os escutaram. Todos os que vieram antes de
Jesus, apresentando-se a si mesmos como “salvadores”, são “ladrões e
salteadores” (v. 1; Os 7,1; Jr 23,1s). É uma alusão aos muitos falsos messias
que apareceram na época de Jesus (At 5,36s) e aos falsos profetas e doutores que
surgiram nas comunidades (Mt 24,5.11.23s; 2Ts 2,9-12 2Pd 2,1s). Mas as ovelhas
não os escutam, nem seguem, mostrando assim que são de Jesus (1Jo 2,19).
* v. 9. Eu Sou a porta: se alguém entrar por mim, será
salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem. Perante o descalabro dos
chefes políticos e religiosos de Israel, Deus prometeu um pastor, o Messias,
pelo qual Ele reuniria, apascentaria e reconduziria o seu povo, disperso no
exílio, à sua terra, para dele fazer um só rebanho sob um só pastor. A única
porta para “entrar” (4x, aqui) na verdadeira terra prometida, que é o Reino de
Deus (Mt 7,13s; Lc 11,52), é Jesus (cf. 3,17). O rebanho não é levado
para o aprisco para aí ficar: tem que sair. Para isso, tal como para entrar,
tem de passar pela porta. Esta porta é Jesus, como Ele próprio diz nesta frase,
novamente introduzida pela fórmula teofânica “Eu Sou” (v. 7). Só Jesus, enquanto
Verbo encarnado, é a porta para entrar no aprisco e fazer parte do rebanho. E
só faz parte do rebanho quem “passa” por Ele, tornando-se participante da sua
Páscoa (“passagem”; cf. gr. metabaíno: 13,1; 5,24; 1Jo 3,14) pelo batismo.
“Sair” é sinónimo de “seguir” Jesus (v. 4; 1,43), acreditando nele, escutando a
Sua voz, conhecendo a Sua Palavra, para a pôr em prática.
* A expressão “porta das ovelhas” evoca uma das portas do
Templo de Jerusalém que dá acesso ao pátio dos gentios, a “Porta Probática”
(gr. “Porta das ovelhas”: (Ne 3,1). João associa-a ao batismo, por estar
junto à piscina de Betesda (“Casa da misericórdia”: 5,2), mas ela chama-se
assim porque era por aí que eram introduzidas as ovelhas destinadas aos
sacrifícios no Templo. Se Jesus, o Cordeiro de Deus (1,29.36; Is 53,7), é a
“porta” por onde os seus devem “sair”, então “seguir Jesus” poderá implicar o
martírio (cf. 21,19.22).
* “Entrar e sair” é um merisma (figura que diz o todo
acostando as duas extremidades opostas), sinónimo de “fazer uma campanha”,
“levar a cabo uma tarefa”, “realizar as tarefas da vida”. Apresenta Jesus
como: a) o novo Josué (gr. Iesous) que introduz e apascenta o novo Povo de Deus
na verdadeira Terra prometida (Nm 27,17); b) o novo David (2Sm 5,1ss), o
Messias que Deus “suscitou” como único Pastor do seu povo (Ez 34,23), para o
congregar na unidade (11,52), reconduzir ao Reino e dar a vida (Sl 23). Isso
acontece “entrando” em comunhão com Ele. Por isso, as ovelhas, entram primeiro
nele, para dele se alimentarem; e só depois é que “saem” para o seguirem nos
caminhos da vida, encontrando abundante pastagem em fazer a vontade do Pai e
realizar a Sua obra (4,34).
* v. 10. O ladrão não vem senão para roubar, matar e
destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância». Os que se
querem apoderar das ovelhas são “ladrões” (v. 1) que usurpam a glória de Deus,
querendo arrebatar para si os que são de Jesus. Esses, como lobos que atacam um
rebanho (cf. v. 12), vêm apenas para matar (como Satanás: 8,44), roubar e
destruir (v. 12; Is 56,11; Ez 13,19; 34,2-10; Mt 21,13; Mc 11,17; 2Pd 2,2s).
* Ao invés deles, Jesus, o Bom pastor, dá a verdadeira
vida (5,26s; 17,2) e a dá-a “em abundância” porque: 1) a vida que Jesus dá é a vida eterna, ou
seja, a vida divina (v. 28; 3,15s.36; 4,14.36; 5,24; 6,27. 40.47.54.68; 12,50;
17,2.3); 2) que Ele comunica dando “o
Espírito sem medida” (3,34), 3) de modo que o Espírito Santo não só encha a vida
do crente, mas também renove toda a sua existência, penetre todas as esferas da
sua vida e transborde para os outros, 4) jorrando para além das barreiras desta vida,
muito para além da própria morte, ou seja, por toda a eternidade, para a vida
eterna. Um sentido que o evangelista irá explorar no cap. 11, no episódio da
ressurreição de Lázaro.
MEDITAÇÃO
1. Cristo é de facto o meu Pastor ou tenho outros
“pastores”?
2. A quem ouço, o que me conduz e me alimenta: Cristo
ou outras coisas?
Nenhum comentário:
Postar um comentário
DEIXE AQUI SEU SUA SUGESTÃO